Path Amazônia tem suas emissões de CO2 compensadas pela MOSS.

Parceira do Festival Path Amazônia, a Climatech MOSS é pioneira e líder global na comercialização de créditos de carbono em blockchain.

Para quem nunca ouviu falar sobre crédito de carbono, esse tema pode parecer um pouco complicado, mas em resumo, são certificados digitais que comprovam que uma empresa ou projeto ambiental evitou a emissão de 1 tonelada de gás carbônico (CO2) na atmosfera. Assumir esse compromisso é estar alinhado com a regeneração do planeta em busca da neutralidade climática, contribuindo com o equilíbrio do meio ambiente.


A MOSS é líder mundial nesse trabalho de conversão das boas práticas ambientais em créditos de carbono e está com o Path Amazônia para compensar as emissões de CO2 do festival. O MCO2, lançado pela MOSS em março de 2020, é o primeiro ativo digital verde verdadeiramente global lastreado em blockchain, que é uma tecnologia onde criptomoedas são registradas de forma transparente e segura.


No total, por meio da iniciativa de compensação de créditos de carbono com tokenização, já foram destinados mais de R$ 100 milhões para projetos de conservação envolvendo a floresta amazônica. “A demanda corporativa e da sociedade para compensação de emissões explodiu neste ano, à medida que as mudanças climáticas se tornam cada vez mais claras em nossas rotinas”, afirma Luis Adaime, CEO e fundador da MOSS.


A urgência em criar alternativas para evitar a emissão de gases prejudiciais à atmosfera do planeta se mostra presente em um estudo feito recentemente pela Agência de Administração Oceânica e Atmosférica (Noaa, na sigla em inglês), dos Estados Unidos. No estudo foi comprovado que a quantidade média de dióxido de carbono (CO2) na superfície da Terra foi de 412,5 ppm (partes por milhão) em 2020, um aumento de 2,6 ppm no ano. É o quinto maior aumento anual, de acordo com os registros da Noaa, depois de 1987, 1998, 2015 e 2016. A média anual foi de 414,4 ppm durante o ano passado.


O MCO2 é o primeiro token de crédito de carbono verdadeiramente global, que oferece facilidade, transparência, escala global e segurança para a compensação de sua pegada de carbono. Ele funciona da seguinte forma: quando são vendidos, os tokens apoiam projetos ambientais que evitam a emissão de gases de efeito estufa (GEE), a partir desse ponto a MOSS obtém créditos de carbono de projetos ambientais certificados e os transforma em ativos digitais por meio da blockchain.


Esse processo faz com que empresas ou pessoas que adquirirem ou compensarem créditos de carbono (como o Path Amazônia) com a MOSS, apoiem projetos que promovem a preservação da fauna e flora da Amazônia e o trabalho de comunidades ribeirinhas que trabalham com extrativismo nessas iniciativas.


Recentemente, o MCO2 foi listado em uma das maiores exchanges dos Estados Unidos e do mercado de criptomoedas, a Gemini, essa listagem marcou o pioneirismo da MOSS como um ativo digital brasileiro passando a ser negociado fora do país.


MOSS compensando as emissões de CO2 do Festival Path Amazônia


A MOSS estará com o Path Amazônia e vai compensar as emissões de CO2 do festival através de um cálculo/inventário, que é feito pela equipe especializada da MOSS, com base em parâmetros de emissão nacionais e/ou internacionais. A partir disso, são determinadas quantas toneladas de CO2 são emitidas. Com essa informação, são comprados MCO2 (créditos de carbono lastreados em blockchain) e estes são compensados. Lembrando que um crédito de carbono é igual a uma tonelada de carbono capturado ou não emitido em projetos certificados de preservação da Amazônia.


A partir deste fim de semana, dias 30 e 31 de outubro,a MOSS e Path Amazônia vão proporcionar uma experiência transformadora, digital e interativa com 70 horas de conteúdos sobre inovação e sustentabilidade, Serão documentários, palestras, estudos, podcasts e mais, disponíveis na plataforma com o objetivo de inspirar a transformação individual e coletiva para que juntos a gente encontre soluções para o mundo.


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